Formação do Território Brasileiro – A Jornada do Território

Formação do Território Brasileiro – A Jornada do Território

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R$ 10,50

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Esta atividade apresenta uma viagem histórica e crítica pela formação do território brasileiro, revelando não apenas mapas e linhas imaginárias, mas os conflitos, interesses econômicos, violências e disputas culturais que moldaram o país.

O material inicia com a reflexão de que a história do território brasileiro costuma ser contada como uma simples “marcha para o oeste”, mas, como mostrado na página 1 do PDF, ela é na verdade um processo cheio de disputas, resistências e negociações .

 

Nas páginas seguintes, os alunos exploram:

📌 Uma Linha Entre Dois Mundos

Tratado de Tordesilhas (1494)

Capitanias Hereditárias e sua função administrativa

📌 Expansão movida pela economia

Com mapas temáticos coloridos, o arquivo mostra como cada ciclo econômico deslocou a ocupação territorial:

Pau-brasil e açúcar

Pecuária e “drogas do sertão”

Mineração

Café e borracha

📌 O mito dos bandeirantes

O material desconstrói a visão heroica e mostra, com texto direto, que esse mito serviu como projeto político paulista.

📌 A realidade brutal das bandeiras

São apresentados os 3 tipos de bandeirantes — apresamento, prospecção e contrato — com ícones ilustrativos e o dado impactante de Darcy Ribeiro:

> Aproximadamente 300 mil indígenas foram escravizados nas expedições paulistas.

 

📌 Outro vetor esquecido: a expansão amazônica

Com um mapa comparativo, o arquivo mostra a expansão vinda de Belém (fundada em 1616), movida por disputas internacionais e pela exploração das “drogas do sertão”.

📌 O Tratado de Madri e o Uti Possidetis

A página explica como a nova lógica — “quem possui de fato, possui de direito” — redefiniu o território colonial, substituindo Tordesilhas de forma oficial.

📌 Território: da visão colonial à contemporânea

O PDF contrasta:

Território como posse e exploração econômica

Território como espaço de vida, identidade e cultura

 

📌 Territórios quilombolas

Aborda: Constituição de 1988

Direito à terra

Autodefinição e resistência cultural

 

📌 Os ecos da expansão:

Traz as consequências atuais da ocupação histórica:

desmatamento

conflitos fundiários

expansão da fronteira agrícola

 

📌 Conclusão – O mapa vivo do Brasil (p.11)

Encerra com a ideia de que o território brasileiro não é estático, mas resultado de um processo contínuo de disputa e ressignificação.

 

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